Simulador • Quedas do mercado

Vale a pena ficar investido quando o mercado cai?

Compare, com dados históricos, o resultado de quem permaneceu investido com o de quem vendeu durante as principais quedas.

Fazer simulação

Como funciona

O simulador aplica crises reais da bolsa brasileira a uma carteira com o seu valor e compara quem ficou investido com quem vendeu tudo e foi para o CDI.

1

Informe sua carteira

O valor investido e quanto fica em ações e em renda fixa.

2

Escolha uma crise

Uma das seis crises prontas desde 1999 ou um período definido por você.

3

Compare as duas decisões

Veja, em reais, quanto teria cada um. Depois, teste outras datas de saída e de volta ao mercado.

Quedas acontecem.
Planos permanecem.

Quando o mercado cai, o medo aparece, e com ele a vontade de vender tudo. É justamente nesse momento que as decisões mais caras costumam ser tomadas. Quem lembra do próprio horizonte de longo prazo e do plano feito com calma tende a capturar a recuperação que costuma vir depois das quedas.

O simulador abaixo reproduz o efeito de crises reais sobre uma carteira como a sua. Ele mostra, em reais, o que aconteceu com quem ficou investido e com quem vendeu tudo no susto e foi para o CDI. Em vez de sensações, você decide com fatos.

Lembre-se: controle o que você pode

Ninguém controla o mercado, mas você controla três coisas: como divide o seu dinheiro, quanto paga de custos e a disciplina de seguir o plano. É sobre esses três pilares que uma carteira atravessa crises. A simulação abaixo mostra por que isso importa.

Faça a sua simulação

Informe a sua carteira, escolha uma crise e veja o que aconteceu com quem ficou investido e com quem vendeu no susto.

Atitudes inteligentes em um mercado em queda

Poucos investidores fazem isso. É o que separa quem atravessa a crise de quem a sofre.

Desligar o ruído

Não há problema em não olhar a carteira todo dia durante a queda. Menos noticiário financeiro, menos decisões no impulso.

Revisitar a divisão da carteira

Se você está perto da aposentadoria ou sofre muito com quedas, talvez a proporção entre ações e renda fixa precise de ajuste. Faça isso com calma, não no meio do susto.

Controlar o que dá: custos

Taxas corroem retornos, sobretudo nos anos ruins. Vale trocar produtos caros por alternativas eficientes, com atenção ao imposto na venda.

Alinhar expectativas

Retornos fortes no passado pedem expectativas mais modestas à frente. Um bom plano alcança os seus objetivos mesmo com ventos contrários.

Manter a diversificação

Quedas mostram na prática como a diversificação protege. Uma carteira bem distribuída amortece a oscilação e torna a crise mais suportável.

Registrar a decisão

Anote por que a sua carteira está montada do jeito que está. Na próxima crise, esse registro fala mais alto do que a manchete.

A conversa

Sua carteira está pronta para a próxima queda?

Na conversa, você entende quanto risco a sua carteira tem hoje e se ele combina com o seu prazo e com a sua tranquilidade, antes que o mercado teste isso por você.

Agende uma conversa
Família sentada na grama, de costas, olhando um lago entre montanhas ao entardecer

Metodologia e fontes

Como este simulador faz as contas, de onde vêm os números e o que ele não considera.

Dados diários de 04/01/1999 a 11/09/2026.

Como a simulação é calculada?
A simulação monta uma carteira com o valor e a divisão entre ações e renda fixa que você escolheu e compara duas decisões durante a crise:
  • Ficar investido: a carteira volta todo dia à divisão escolhida entre ações e renda fixa.
  • Sair para o CDI: na data de saída, tudo é vendido pelo preço de fechamento e passa a render CDI. Se você indicar uma data de volta, a carteira retorna à divisão original.
  • Nas crises prontas, a data de saída é o ponto mais baixo da carteira no período, o momento em que a vontade de vender costuma ser maior.
De onde vêm os dados?
  • Ações: Ibovespa, fechamento diário desde 1999 (Yahoo Finance). O índice já considera os dividendos das empresas.
  • Renda fixa e caixa: CDI diário, do Banco Central do Brasil (série 12 do Sistema Gerenciador de Séries Temporais).
O que a simulação não considera?
  • Impostos, custos de compra e venda e taxas de administração.
  • Inflação: os valores não são corrigidos.
  • Produtos reais: o Ibovespa e o CDI são referências de mercado, e não é possível investir diretamente em um índice.
Como usar este resultado?
Todo investimento está sujeito a risco, inclusive de perda do capital investido, e rentabilidade passada não garante rentabilidade futura. Não há garantia de que uma divisão de carteira alcance os seus objetivos. Esta simulação tem caráter educacional e não é uma recomendação de investimento.

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