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Trader do Cerrado
  • 12 de maio às 09:33
**Principais notícias corporativas (Pregão do dia 12/05/2022):**
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**-Banco Pine (#PINE4):** reportou lucro líquido recorrente de R$ 1,8 milhão no primeiro trimestre de 2022, um crescimento de 260% em relação ao mesmo período de 2021.

**-Ultrapar (#UGPA3):** lucro líquido triplicou no 1º trimestre de 2022 e reporta R$ 461 milhões. Resultado é 236% maior do que os R$ 137 milhões do 1T21. O Ebitda ajustado avançou 32% no 1T22, para R$ 1,313 bilhão, contra os R$ 996 milhões do 1T21.

**-Gafisa (#GFSA3):** assinou memorando de entendimentos para compra da incorporadora de alto padrão São José, por valor não revelado. “Caso concluída, a operação envolverá uma composição entre uma parcela em espécie e assunção de dívidas, cujos valores finais ainda estão sujeitos a confirmação e due diligence”, afirmou a Gafisa em fato relevante.

**-Petrobras (PETR3; #PETR4):** o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida afirmou na véspera que solicitou estudos ao governo federal para privatização da Petrobras (PETR3;PETR4) e da Pré-Sal Petróleo (PPSA), responsável pelos contratos da União do pré-sal. Aliado do ministro da Economia, Paulo Guedes, o economista também defendeu o prosseguimento da venda da Eletrobras, que depende de aval do Tribunal de Contas da União (TCU).

**-Banco do Brasil (#BBAS3):** registrou lucro líquido ajustado de R$ 6,6 bilhões no primeiro trimestre de 2022 (1T22), um desempenho 34,6% superior ao reportado no mesmo período de 2021. O resultado ficou acima do esperado. O consenso do mercado era de um lucro de R$ 5,34 bilhões, segundo os analistas consultados pela Refinitiv.

**-JBS (JBSS3):** reportou lucro líquido de R$ 5,1 bilhões no primeiro trimestre de 2022 (1T22), um crescimento de 151,4% em relação ao mesmo trimestre de 2021. O Ebitda cresceu 46,7% no 1T22, totalizando R$ 10,1 bilhões.

**-Minerva (BEEF3):** registrou lucro líquido de R$ 114,6 milhões no 1º trimestre, retração de 55,8% na comparação com mesmo período de 2021. O Ebitda somou R$ 646 milhões, alta de 33,2% em relação ao mesmo período de 2021.

**-Braskem (BRKM5):** reportou lucro líquido de R$ 3,884 bilhões no primeiro trimestre de 2022 (1T22), um crescimento de 56% em relação ao mesmo trimestre de 2021. O Ebitda recorrente caiu 30% no 1T22, totalizando R$ 4,845 bilhões.

**-Aliansce Sonae (ALSO3):** registrou lucro líquido de R$ 55,9 milhões no primeiro trimestre de 2022 (1T22), um desempenho 33,6% superior ao reportado no mesmo trimestre de 2021. O Ebitda ajustado cresceu 27,8% no 1T22, totalizando R$ 184,9 milhões.

**-Copel (CPLE6):** teve lucro líquido de R$ 670 milhões queda de 11,8% na base anual. A Companhia Paranaense de Energia registrou queda do lucro mesmo com a sua receita operacional crescendo 12,1%, para R$ 5,5 bilhões na mesma base.

**-Light (LIGT3):** registrou prejuízo líquido de R$ 106 milhões no primeiro trimestre de 2022 (1T22), um aumento de 153,8% em relação ao mesmo trimestre de 2021. O Ebitda ajustado cresceu 25,2% no 1T22, totalizando R$ 525,5 milhões.

**-Grupo Soma (SOMA3):** registrou lucro líquido de R$ 42,5 milhões no primeiro trimestre de 2022, 185% acima dos 14,9 milhões em igual período de 2021. Os valores referem-se aos atribuíveis aos controladores. A receita líquida foi de R$ 1,017 bilhão, aumento de 187% sobre os R$ 353,6 milhões de igual período de 2021.

**-Lavvi (LAVV3):** teve lucro líquido 24% maior no 1º trimestre de 2022, chegando a R$ 21 milhões. O Ebitda recuou 34% no primeiro trimestre deste ano, para R$ 13,344 milhões, contra os R$ 20,161 milhões do 1T21. A margem Ebitda caiu 8,0 pontos percentuais, para 13,4%.

**-Moura Dubeux (MDNE3):** registrou lucro líquido de R$ 23,2 milhões no primeiro trimestre de 2022 (1T22), cifra 30,4% superior ao registrado no mesmo trimestre de 2021. O Ebitda ajustado cresceu 25,4% no 1T22, totalizando R$ 26,9milhões.

**-Mahle-Metal Level (LEVE3):** teve lucro líquido de R$ 123 milhões no 1º trimestre de 2022, recuo de 2,5%. O Ebitda caiu 10,4%, para R$ 178,5 milhões no trimestre analisado, em relação aos R$ 199,2 milhões do mesmo período de um ano atrás. A margem Ebitda caiu 3,8 pontos percentuais, para 20,1%.

**-Fras-le (FRAS3):** registra lucro de R$ 27,9 milhões no 1º trimestre, baixa de 53,9% na base anual O Ebitda ajustado caiu 15% no 1T22, totalizando R$ 106 milhões.

**-Enjoei (ENJU3):** reportou prejuízo líquido de R$ 31,1 milhões no primeiro trimestre de 2022 (1T22), uma redução de 2% em relação ao mesmo trimestre de 2021. O Ebitda ajustado foi negativo em R$ 25,7 milhões no 1T22, contra Ebitda negativo de R$ 27,1 milhões no 1T21.

**-Multilaser (MLAS3):** registrou lucro líquido de R$ 171 milhões no primeiro trimestre, queda de 11,7% na base anual. O Ebitda caiu 45,7%, indo a R$ 128,0 milhões no trimestre, ante os R$ 235,7 milhões do mesmo período de 2021. A margem Ebitda recuou 6,1 pontos percentuais, para 13,1%.

**-Boa Vista (BOAS3):** lucrou R$ 56 milhões no 1º trimestre, alta de 222,4% na base anual. Ebitda ajustado cresceu 32% no 1T22, totalizando R$ 49,4 milhões.

**-Positivo (POSI3):** divulgou balanço do primeiro trimestre de 2022 (1T22) com lucro líquido de R$ 28,446 milhões, número 6,9% maior do que os R$ 26,607 milhões aferidos no 1T21.

**-Vittia Fertilizantes (VITT3):** registrou lucro líquido de R$ 15,58 milhões no primeiro trimestre de 2022, alta de 23% na comparação com igual período de 2021. O Ebitda ajustado somou R$ 26,2 milhões, um crescimento de 20,2% em relação ao mesmo período de 2021.

**-Marisa (AMAR3):** teve prejuízo líquido de R$ 77,2 milhões no balanço do primeiro trimestre, o que representou um aumento de 44,5% das perdas em relação ao mesmo período do ano passado, de R$ 53,4 milhões. Segundo a empresa, o resultado líquido é reflexo da queda acentuada de fluxo nas lojas em janeiro e da baixa diluição de despesas ao longo do trimestre.

**-Santos Brasil (STBP3):** registrou lucro de R$ 94,2 milhões no balanço do 1º trimestre deste ano, alta de 204% sobre igual período do ano passado. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou R$ 178,9 milhões, aumento de 68,6% e o melhor resultado da companhia desde 2013.

**-SulAmérica (SULA11):** teve lucro líquido de R$ 24,4 milhões no primeiro trimestre de 2022, queda de 54,7% sobre a mesma etapa do ano passado.

**-Dimed (PNVL4):** registrou lucro líquido atribuído aos acionistas controladores de R$ 20,608 milhões no primeiro triemstre, alta de 1,61% na comparação anual.

**-Estapar (ALPK3):** registrou prejuízo líquido atribuído aos controladores de R$ 43,8 milhões no primeiro trimestre, queda de 32,1% na comparação anual.

**-Mills (MILS3):** tem lucro líquido de R$ 40,8 milhões no primeiro trimestre deste ano, alta de 454,5% sobre a mesma etapa de 2021.

**-Mater Dei (MATD3):** No trimestre, o lucro líquido ajustado somou R$ 36,8 milhões, um aumento de 39,2% ante o mesmo período do ano anterior e queda de 3,8% em comparação com o 4T21.

**-Eternit (ETER3):** reportou lucro líquido 27,6% menor no 1T22, para R$ 42,3 milhões. Há um ano, o lucro líquido foi de R$ 58,434 milhões. O lucro líquido recorrente também retrocedeu, mas 45,3%, indo a R$ 31,838 milhões.

**-D1000 (DMVF3):** diminui prejuízo líquido no 1T22 para R$ 6,2 milhões. Há um ano, o prejuízo era de R$ 7,3 milhões, o que representa uma melhora de 18,3% na comparação entre os trimestres. A rede D1000 registrou Ebitda de R$ 3,0 milhões no 1T22, uma alta de 222,6% em relação ao Ebitda negativo de um ano atrás, de R$ 2,5 milhões.

**-Rossi (RSID3):** quadruplicou o prejuízo no 1T22, chegando a R$ 141,0 milhões.O aumento de 333,1% no prejuízo veio em relação ao 1T21, quando o prejuízo foi de R$ 32,5 milhões.

**-Raízen (RAIZ4):** aprovou hoje a construção da terceira e da quarta plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G) nos Parques de Bioenergia da Barra e Univalem, em SP. O investimento previsto é de R$ 2 bilhões e deve adicionar uma capacidade de 164 mil m³ de biocombustível por ano. A previsão é de que as plantas entrem em operação em 2024.

**-Equatorial (EQTL3):** informou que concluiu a operação de venda da totalidade de sua participação societária na Gera Maranhão para a Vulcan Fundo de Investimento e Participações Multiestratégia, por R$ 88,1 milhões, após correção por CDI desde janeiro. A operação marca a saída da companhia do segmento de geração térmica, em linha com o planejamento estratégico da empresa.

Fonte: Investing, Infomoney e Plantão de Notícias da B3

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