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Trader do Cerrado
  • 21 de janeiro às 09:17
Principais notícias corporativas (Pregão do dia 21/01/2021):
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-São Martinho (#SMTO3): A São Martinho, por sua vez, informou que seu conselho de administração aprovou a implantação de uma fábrica de etanol de milho em Quirinópolis (GO), com investimentos estimados em cerca de R$ 640 milhões e início da operação previsto para novembro de 2022.

-Aeris (#AERI3): A fabricante de pás eólicas Aeris está perto de fechar negócio de cerca de R$ 2,5 bilhões com a espanhola Siemens Gamesa, afirma o jornal Valor. O contrato é válido até 2023, e prevê o fornecimento de pás eólicas com capacidade para produzir três gigawatts de energia elétrica.

-Hypera (HYPE3): A Hypera Pharma comunicou que o Cade aprovou a aquisição de medicamentos da Takeda Pharmaceutical International, condicionada à venda do produto Xantinon.

-Eternit (#ETER3): A Eternit, em recuperação judicial, comunicou ao mercado que, com o aumento de capital realizado em 2020, deu prosseguimento ao programa de modernização das unidades de fibrocimento, incluindo a fábrica de Manaus, através dos projetos de ampliação das unidades de Goiânia e Rio de Janeiro. A unidade de Goiânia terá sua capacidade elevada para 25 mil toneladas/mês, alta de 25% na produção atual, com previsão de conclusão no início de 2022. A unidade do Rio de Janeiro terá sua capacidade elevada para 15 mil toneladas/mês, aumento de 15% na produção atual, com previsão de conclusão no segundo semestre de 2021.

-Vale (VALE3): O noticiário corporativo é movimentado para a Vale, com a expectativa de uma nova audiência de conciliação com Minas Gerais para realizar um acordo de reparação sobre Brumadinho. Na véspera, a mineradora assinou acordo com a Mitsui para aquisição da totalidade da participação da empresa japonesa (15%) na mina de carvão de Moatize, em Moçambique, bem como compra dos 50% de participação e todos os créditos minoritários que a empresa detém no Corredor Logístico de Nacala (CLN). O acerto permitirá a estruturação da saída da Mitsui dos ativos, disse a Vale, ao acrescentar que pretende também desinvestir do negócio de carvão. O acordo prevê que a Vale comprará por US$ 1 a fatia da Mitsui nos ativos de mina e logística.

-Recomendação para Vale e siderúrgicas: A Vale também teve a preferência dentre as ações de mineração e siderurgia reiterada pelo Bradesco BBI, com o preço-alvo sendo elevado de R$ 105 para R$ 120. Contudo, o banco destacou que o momentum é mais forte para as siderúrgicas, com a recomendação para Usiminas sendo elevada para outperform, sendo a nova top pick entre as siderúrgicas, mas também mantendo Gerdau como outperform. O preço-alvo para Usiminas foi elevado de R$ 12 para R$ 20 e de Gerdau foi de R$ 26 para R$ 31.

-A Companhia Siderúrgica Nacional (#CSNA3) bateu o martelo em relação ao preço e seguirá com a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de sua unidade de mineração. A fabricante de minério de ferro da companhia de Benjamin Steinbruch buscará estrear na bolsa de valores com um valor de mercado entre R$ 47,5 bilhões e R$ 63 bilhões. Inicialmente, a gigante esperava avaliação mínima de R$ 60 bilhões, mas o empresário aceitou reduzir o preço depois de interação com potenciais investidores, apurou o Estadão. A estreia na Bolsa brasileira está prevista para a segunda semana de fevereiro. A oferta deverá girar R$ 5,3 bilhões (cerca de US$ 1 bilhão) e será apenas secundária, ou seja, com a CSN vendendo ações da sua subsidiária, disseram fontes.

-Sanepar (SAPR11): O Bradesco BBI reduziu a recomendação para a unit da estatal paranaense de saneamento Sanepar de neutra para underperform (desempenho abaixo da média do mercado), com preço-alvo de R$ 22, uma queda de 3% em relação ao fechamento de R$ 22,65 da véspera. Em um relatório bastante enfático, os analistas apontam que a agência reguladora estadual Agepar está a um passo de tornar a Sanepar “ininvestível”, destacando que a proposta de revisão de 2021 convenientemente busca alterar certas regras, destacando o risco de regulamentação com base no estado, “uma dor histórica para o Paraná que pensávamos ser coisa do passado”.

-Copel (CPLE6): A Copel, estatal paranaense de energia, aprovou envio de proposta para migração da companhia para nível 2 de governança da Bolsa. Além disso, também divulgou uma nova política de dividendos, com o objetivo de proporcionar mais transparência e previsibilidade do fluxo de pagamentos de proventos aos acionistas. Considerando o nível de endividamento, a geração de caixa operacional e o CAPEX, as propostas de dividendos regulares serão calculados conforme os critérios abaixo: Alavancagem abaixo de 1,5x = 65% do Lucro Líquido Ajustado; Alavancagem entre 1,5x e 2,7x = 50% do Lucro Líquido Ajustado; e Alavancagem acima de 2,7x = 25% do Lucro Líquido Ajustado.

-Cury (CURY3): A construtora Cury atingiu R$ 448,1 milhões em vendas contratadas brutas, 20,6% acima frente os últimos três meses de 2019, informou a companhia em prévia operacional. Nos últimos três meses do ano, foram lançados 6 empreendimentos, com um VGV total de R$ 675 milhões, sendo 5 localizados em SP e 1 localizado no Rio de Janeiro. No acumulado do ano foram lançados 17 empreendimentos, totalizando um VGV de R$ 1,541 bilhão. O Itaú BBA afirma que a empresa manteve velocidade saudável de vendas, a 35,1%, mesmo com o recorde de lançamentos.

-Setor imobiliário: O Credit Suisse realizará na semana que vem, de 26 de janeiro, uma conferência sobre o setor de construção na América Latina. O banco preparou uma atualização sobre suas teses para o setor e uma série de questões “para ajudar investidores a se beneficiarem de nosso universo de cobertura”. brMalls, Multiplan, Iguatemi, Aliansce Sonae, BR Properties, Cyrela, EZTec, Even, Moura Dubeux, MRV e Direcional deverão ter executivos no evento. Na avaliação do banco o segmento de construção voltado para a renda média está vivendo seu melhor momento operacional em uma década, devido a baixas taxas hipotecárias. As empresas não esperavam a alta de demanda, por isso o número de lançamentos fica aquém das vendas nos primeiros 9 meses de 2020. O banco diz esperar que os ganhos sejam impulsionados pela receita e por aumentos das margens.

Fonte: Infomoney, Investing e Plantão de notícias B3

Bom dia e ótimos negócios a todos!

VQV!

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