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  • 8 de novembro às 11:37
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08/11/19 ************ BOB DIÁRIO

DESTAQUES: ===>>

Em entrevista ao Estadão, o CEO da Petrobras (PETR4), Roberto Castello Branco, afirmou que o sistema regulatório do Brasil é complicado e isso acaba pesando na avaliação de qualquer companhia, quando questionado sobre o motivo da ausência das grandes petroleiras internacionais no leilão do excedente da cessão onerosa e na 6.ª Rodada de Partilha de Produção.

Já no radar de resultados, a operadora da Bolsa brasileira B3 (B3SA3) lucrou R$ 719,6 milhões no terceiro trimestre deste ano. O valor é 54,6% maior do que a cifra registrada no mesmo período do ano passado (R$ 465,4 milhões).

A Iguatemi (IGTA3) lucrou R$ 86,9 milhões no terceiro trimestre deste ano. A cifra é 32,5% maior do que o valor registrado no mesmo período de 2018.

Marisa (AMAR3) tem prejuízo acima do esperado. Registrou prejuízo líquido de R$ 76 milhões no terceiro trimestre deste ano. A cifra é maior do que a estimativa de perda de R$ 39,4 milhões estimada por analistas consultados pela Bloomberg.

A Cyrela (CYRE3) reverteu o prejuízo de R$ 121 milhões registrado no terceiro trimestre de 2018 para um lucro líquido de R$ 104 milhões entre julho e setembro deste ano. A Sul América (SULA11) teve lucro líquido de R$ 245,4 milhões, enquanto a Energisa (ENGI11) apresentou lucro líquido de R$ 53,9 milhões no terceiro trimestre deste ano.

Além dos resultados, a Embraer elegeu Antonio Carlos Garcia como VP financeiro e de RI e a Camil aprovou a recompra de 30,7 milhões de ações.

Agenda esta semana divulgação balanços: Dia 08: Alpargatas, Tecnisa, MDias – após o pregão


- Cyrela (SA:CYRE3)

A construtora Cyrela (SA:CYRE3) anunciou nesta quinta-feira que teve lucro líquido de 104 milhões de reais no terceiro trimestre ante prejuízo de 121 milhões em igual período de 2018, apoiada em crescimento da receita após salto em lançamentos e vendas. Analistas, em média, estimavam lucro de 76,5 milhões de reais, segundo dados da Refinitiv. No trimestre, os lançamentos da Cyrela (SA:CYRE3) quase dobraram sobre um ano antes, para 1,77 bilhão de reais, enquanto as vendas contratadas avançaram 70%, para 1,07 bilhão. Já as entregas cresceram 92,5%, para 1,23 bilhão de reais. O preço médio por metro quadrado subiu 10,2% nos lançamentos e 8% nas vendas. Com isso, a receita líquida subiu 29% no período, para 935 milhões de reais.


- B3

A B3 teve forte alta no lucro do terceiro trimestre, refletindo o robusto aumento das receitas nos mercados de renda fixa e variável no período. A operadora brasileira de infraestrutura de mercado anunciou nesta quinta-feira que teve lucro recorrente de 851 milhões de reais no período, alta de 38,7% ante mesma etapa de 2018, mas pouco abaixo da previsão média de analistas compilada pela Refinitiv, de 873,9 milhões. Em termos líquidos, o lucro foi de 719,6 milhões de reais, valor 54,6% maior do que um ano antes. A receita líquida da companhia entre julho e setembro somou 1,7 bilhão de reais, incremento de 34,1% ano a ano, fortalecida sobretudo pelo 73% no segmento de ações e instrumentos de renda variável. Só com ofertas de ações, as receitas subiram 1045.


- Iguatemi (SA:IGTA3)

A operadora de shopping centers Iguatemi (SA:IGTA3) espera resultados melhores nos próximos meses, depois de divulgar nesta quinta-feira balanço acima do esperado pelo mercado, impulsionado por melhora nas vendas e fluxo de clientes. “Outubro foi melhor que o terceiro trimestre e já sentimos uma certa animação no ar tanto de consumidores quanto lojistas”, disse a vice-presidente financeira da Iguatemi (SA:IGTA3), Cristina Betts, à Reuters. Além de um cenário econômico ligeiramente melhor, eventos sazonais como a Black Friday e o Natal também são gatilhos positivos para o desempenho da companhia no quarto trimestre, afirmou a executiva. A Iguatemi (SA:IGTA3), que tem 16 shoppings em seu portfolio de empreendimentos, teve lucro líquido de 86,9 milhões de reais no terceiro trimestre, 32,5% mais que na comparação anual. Analistas, em média, esperavam lucro líquido de 69,76 milhões, segundo dados da Refinitiv.


- Frigoríficos

A agência de classificação de riscos Fitch afirmou nesta quarta-feira que o desmatamento na Amazônia pode causar danos de reputação a frigoríficos brasileiros e levar à redução das exportações de carnes do país. Para a Fitch, os efeitos do desflorestamento no maior bioma do país e a eficácia da sustentabilidade no setor continuam sendo um desafio para o Brasil. A agência disse crer que amplas normas ambientais melhoram os perfis de crédito das empresas da área de proteínas, acrescentando que as consequências dos incêndios na Amazônia colocaram sob holofotes os setores ambiental, social e de governança dessas companhias.


- Eneva (SA:ENEV3)

A elétrica Eneva (SA:ENEV3) selou acordo de exclusividade para potencial aquisição de 75% em projeto termelétrico a gás a ser viabilizado junto a uma empresa global de energia com direitos de exploração no Brasil, disse a elétrica em comunicado nesta quinta-feira, sem abrir o nome da possível parceira. Em paralelo, a empresa também divulgou em encontro com analistas e investidores nesta quinta-feira perspectivas de expansão e de distribuição de dividendos, de acordo com apresentação realizada no “Eneva (SA:ENEV3) Day”. A companhia, que investe em exploração e produção e gás e opera termelétricas, afirmou na apresentação que prevê início de operação de suas usinas Parnaíba V e Azulão-Jaguatirica em meados de 2021.


Petrobras (PETR3;PETR4)

Em entrevista ao Estadão, o CEO da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou que o sistema regulatório do Brasil é complicado e isso acaba pesando na avaliação de qualquer companhia, quando questionado sobre o motivo da ausência das grandes petroleiras internacionais no leilão do excedente da cessão onerosa e na 6.ª Rodada de Partilha de Produção. O executivo afirmou ainda que a Petrobrás não quer ter nenhum privilégio ou preferência e que “abomina monopólios”. A incerteza sobre a compensação financeira a ser paga à Petrobrás foi apontada como um dos motivos do escasso interesse no leilão da cessão onerosa. “Temos de ter um ambiente mais pró-mercado”, defendeu, afirmando que concorda com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para quem o modelo de partilha adotado no pré-sal brasileiro é uma herança institucional ruim. Castello Branco ainda destacou que a Petrobras coletará nesta sexta-feira ofertas para o primeiro grupo de refinarias que planeja vender para encerrar seu quase monopólio de refino no Brasil. A estatal quer se desfazer de oito de suas 13 refinarias e espera ofertas agora para quatro delas. As vendas fazem parte do plano de desinvestimentos, cuja maior parte deve se concentrar no segundo semestre de 2020, disse ele.


BR Distribuidora (BRDT3)

A BR Distribuidora lançou nesta sexta seu plano de transformação organizacional, com uma nova estrutura “visando direcionar o foco da companhia para o conjunto de dez iniciativas que vêm sendo implementadas desde o follow on”. A nova estrutura estará válida a partir de 1 de janeiro de 2020 e prevê a criação de três novas diretorias não estatutárias. As três novas diretorias serão ocupadas pelos executivos que já exerciam funções correlatas na Companhia, a saber: Henry Hadid como diretor Jurídico, Auditoria e Compliance; Aspen Andersen como Diretor de TI e Digital e Leonardo Burgos como Diretor de Desenvolvimento de Negócios e Marketing, cujos currículos se encontram anexos. As diretorias estatutárias já ocupadas permanecem com seus titulares, restando ainda vaga a Diretoria de Gente e Gestão, que permanece sendo ocupada interinamente pelo Presidente Rafael Grisolia. O plano inclui, ainda, a adequação da estrutura de remuneração e a revisão de contratos de terceirizados. O plano também conta com um Programa de Desligamento Optativo – PDO, que estará aberto a adesões de 12 a 19 de novembro para todos os empregados, com desligamentos previstos para acontecerem no dia 10 de dezembro. O custo de implementação do PDO está estimado em aproximadamente R$ 780 milhões, com uma redução total de custo também estimada em cerca de R$ 650 milhões anualizados. “Importante ressaltar que referidos valores são preliminares e os ganhos estimados deverão se concretizar gradualmente ao longo de 2020 conforme a implementação das ações do plano”, afirma o comunicado. “O Plano de Transformação Organizacional constitui etapa fundamental do processo de transformação da Companhia e de sua agenda de criação de valor e contribui para o alinhamento às melhores práticas de mercado com foco em rentabilidade e sustentabilidade, reafirmando seu compromisso com a valorização das pessoas como elemento essencial para a criação de valor”, destaca a companhia em comunicado.


B3 (B3SA3)

A operadora da Bolsa brasileira B3 lucrou R$ 719,6 milhões no terceiro trimestre deste ano. O valor é 54,6% maior do que a cifra registrada no mesmo período do ano passado (R$ 465,4 milhões). Já o lucro líquido recorrente da companhia ficou em R$ 851 milhões, uma alta de 38,7% na comparação anual. “Nosso sólido desempenho operacional no trimestre se traduziu em uma robusta geração de caixa, ressaltando nossa alavancagem operacional e disciplina de despesas”, afirmou o vice-presidente financeiro, corporativo e de relações com investidores da B3, Daniel Sonder. Ele destacou ainda que a empresa distribuiu R$ 385 milhões em juros sobre capital próprio e R$ 264,8 milhões em dividendos, com o total distribuído no ano atingindo R$ 1,6 bilhão até outubro. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recorrente da B3 totalizou R$ 1,109 bilhão no terceiro trimestre. O avanço é de 42,3% sobre a cifra vista um ano antes. A margem Ebitda recorrente da companhia foi de 72,5%, ante 67,4% no terceiro trimestre de 2018. A receita líquida, por sua vez, ficou em R$ 1,530 bilhão entre julho e setembro deste ano. O valor configura uma alta de 32,3% sobre o resultado registrado no mesmo período do ano passado (R$ 1,156 bilhão). “O terceiro trimestre foi marcado pelo elevado nível de atividade dos clientes em nossos mercados, com volumes recordes em ações e derivativos listados, além de mais de R$70 bilhões em ofertas de ações no ano”, disse o presidente da B3, Gilson Finkelsztain. “Em um cenário de perspectivas positivas após a aprovação da reforma da Previdência, continuamos focados na execução de nossa estratégia”, completou o executivo em relatório. Para o Morgan Stanley, os resultados da B3 foram fortes, com lucro acima das expectativas da instituição, em 12%, impulsionado pelo sólido crescimento da receita, puxado por volumes recordes. Já a margem EBITDA melhorou sequencialmente, pois as despesas permaneceram sob controle, acrescentaram. “As receitas financeiras caíram acentuadamente, mas o impacto foi compensado com uma estrutura de hedge que reduziu impostos. Do lado negativo, as receitas da Cetip Securities e da infraestrutura da Cetip para financiamento permaneceram sob pressão”, destacou o Morgan Stanley. O Itaú BBA avaliou como neutro e esperado o resultado da B3, apoiados por tendências saudáveis na divisão de ações e um rígido controle de despesas. “Embora positivos, os resultados oferecem poucas surpresas ao mercado, dados os números operacionais divulgados anteriormente e o resultado final da linha”, destacou.


BRF (BRFS3)

A BRF registrou lucro líquido de R$ 445,6 milhões no terceiro trimestre nas operações continuadas e lucro líquido total societário de R$ 304,4 milhões, revertendo prejuízo de R$ 812,4 milhões de igual período do ano passado. O Ebitda ajustado somou R$ 1,609 bilhão, alta de 178,1%, o que inclui ganho líquido de R$ 467 milhões referente a ações tributárias. Excluindo-se esse ganho, o EBITDA Ajustado totalizaria R$ 1,142 bilhão. A margem Ebitda ajustada foi de 19,0% no terceiro trimestre, alta de 11,6 p.p.; excluindo-se o ganho líquido das ações tributárias, a margem ajustada seria de 13,5%. A receita líquida de R$ 8,459 milhões, alta de 8,4%. Apenas no Brasil, a receita líquida subiu 6,3%, a R$ 4,382 bilhões. A companhia ainda informou que, como resultado da implementação do seu plano de restruturação operacional e financeira e das perspectivas futuras para o mercado de proteínas, atualizou as suas estimativas de alavancagem financeira líquida, representada pela razão entre a dívida líquida e o EBITDA Ajustado dos últimos 12 meses, a qual deverá se situar em torno de 2,75x ao final de 2019. “A BRF reitera o seu compromisso com a recuperação de suas margens operacionais e sua disciplina financeira”, afirmou.


Iguatemi (IGTA3)

A empresa de shopping centers Iguatemi lucrou R$ 86,9 milhões no terceiro trimestre deste ano. A cifra é 32,5% maior do que o valor registrado no mesmo período de 2018. Já o ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia aumentou 19,4% na mesma base de comparação, para R$ 168,52 milhões. Enquanto isso, a receita líquida registrou um avanço bem mais modesto, de 2,7%, totalizando R$ 182,4 milhões entre julho e setembro de 2019. O resultado foi possível, segundo a companhia, por causa do crescimento de 2,4% das vendas totais, que chegaram a R$ 3,3 bilhões, e dos aumentos de 4,2% das vendas em mesmas áreas (SAS) e de 3,1% das vendas em mesmas lojas (SSS). Também em alta, os aluguéis em mesmas áreas (SAR) cresceram 6,2% e os aluguéis em mesmas lojas (SSR) aumentaram 8,8% no trimestre. “Passado o 2º trimestre de 2019, quando o setor apresentou números favorecidos por uma base de comparação pontualmente fraca (greve dos caminhoneiros e copa mundial de futebol), os indicadores do 3º trimestre demonstram um ritmo mais tímido de retomada da atividade varejista. Mesmo assim, estamos otimistas com os meses que seguem”, afirmou a administração da empresa em relatório. A dívida total da companhia encerrou o trimestre em R$ 2,1 bilhões, 0,8% abaixo do segundo trimestre de 2019. O resultado da Iguatemi foi classificado como ligeiramente negativo pelo Itaú BBA. “A combinação de um crescimento mais suave da receita líquida com o CPV ainda pesado resultante de espaços vazios levou a uma margem Ebitda mais fraca do que o esperado. Na frente operacional, os números continuaram melhorando gradualmente”, afirmou.


Marisa (AMAR3)

A Marisa registrou prejuízo líquido de R$ 76 milhões no terceiro trimestre deste ano. A cifra é maior do que a estimativa de perda de R$ 39,4 milhões estimada por analistas consultados pela Bloomberg. Entre julho e setembro, a companhia registrou ebitda ajustado de R$ 56,8 milhões. As projeções apontavam para R$ 28,5 milhões. Já a receita líquida da varejista totalizou R$ 550,7 milhões, 1,9% acima dos R$ 540,3 milhões vistos um ano antes. No final do terceiro trimestre, a Marisa apresentava endividamento líquido de R$ 743,9 milhões, R$ 145 milhões acima do valor visto no mesmo período do ano passado, “em função tanto do maior dívida bruta quanto da menor posição de caixa e aplicações financeiras.”


CVC (CVCB3)

A CVC teve lucro de R$ 73,6 milhões no terceiro trimestre, queda de 9,7% sobre o mesmo período do ano passado. O Ebitda normalizado somou R$ 183,3 milhões, queda de 0,2%. Já a receita líquida subiu 7,8%, a R$ 447,2 milhões.


Cyrela (CYRE3)

A Cyrela reverteu o prejuízo de R$ 121 milhões registrado no terceiro trimestre de 2018 para um lucro líquido de R$ 104 milhões entre julho e setembro deste ano. A geração de caixa da empresa, porém, diminuiu 74,3% na comparação anual, totalizando R$ 78 milhões. Já a receita líquida subiu 29%, passando de R$ 725 milhões no terceiro trimestre de 2018 para R$ 935 milhões no mesmo período deste ano. Os lançamentos da Cyrela saltaram 93,6% na comparação anual, totalizando R$ 1,777 bilhão. Já as vendas cresceram 64,9%, para R$ 1,554 bilhão. Para o Bradesco BBI, a Cyrela apresentou resultados mistos, com receita em linha com a instituição, mas margem bruta e lucro líquido recorrente inferiores. O relatório destaca que a incorporadora deve seguir apresentando fortes números operacionais, que podem resultar positivamente para as expectativas para este final de ano. “No entanto, acreditamos que o preço atual das ações já reflete esses riscos de alta”, pontuou, acrescentando que a dinâmica atual do setor de construção de residências de média e alta renda provavelmente ajudará a melhorar o desempenho operacional das empresas com taxas de juros hipotecárias em queda, demanda reprimida e a maior confiança do consumidor registrada desde 2016.


Tenda (TEND3)

A Tenda teve lucro líquido de R$ 64,6 milhões no terceiro trimestre, desempenho 0,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. O lucro foi resultado da combinação entre um crescimento de 8,4% do lucro bruto e redução de 4,4% das despesas operacionais, afirmou a companhia. O Ebitda ajustado totalizou R$ 88,4 milhões, alta 6,8%.


Sul América (SULA11)

A Sul América teve lucro líquido de R$ 245,4 milhões no terceiro trimestre deste ano. O valor é 4,6% maior do que o registrado um ano antes (R$ 234,6 milhões). As receitas totais subiram 10,9% na mesma base de comparação, totalizando R$ 5,9 bilhões entre julho e setembro de 2019. “Nossos resultados confirmam a tendência positiva que temos apresentado nos últimos ciclos, combinando crescimento e rentabilidade por meio de maior eficiência com melhoria da qualidade de produtos e serviços e da experiência dos nossos segurados”, afirmou a empresa em relatório. O índice de sinistralidade consolidada da seguradora chegou a 76,1% no terceiro trimestre. Enquanto isso, o retorno sobre o patrimônio médio (ROAE) ficou em 17,2% nos últimos doze meses, 1,2 ponto percentual melhor que o retorno registrado ao fim de setembro de 2018.


Energisa (ENGI11)

A Energisa apresentou lucro líquido de R$ 53,9 milhões no terceiro trimestre deste ano. O valor configura uma queda de 79,2% sobre o registrado no mesmo período do ano passado. O ebitda da companhia subiu 27,2%, para R$ 885,1 milhões. Já o ebitda ajustado teve crescimento de 28,2%, totalizando R$ 979,9 milhões entre julho e setembro deste ano. Enquanto isso, a receita operacional líquida da companhia, que exclui receita de construção, ficou em R$ 4,125 bilhões no terceiro trimestre, ganho de 10% sobre os R$ 3,749 bilhões vistos um ano antes.


Burger King (BKBR3)

O BK Brasil teve lucro de R$ 5,5 milhões no terceiro trimestre deste ano, queda de 79,8%. A empresa informa que, sem os efeitos do IFRS 16, o lucro somaria R$ 10,4 milhões, retração de 61,6%. A retração no resultado líquido é consequência da piora no resultado financeiro, aliada à pressão na margem bruta devido o ambiente econômico e à maior concorrência, informou. O Ebitda ajustado somou R$ 115 milhões, alta de 50%. O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 17,6 milhões revertendo número positivo de R$ 2,3 milhões. A receita liquida somou R$ 723,4 milhões, alta de 18,4%. As vendas em mesmos restaurantes subiu 4%.


Gafisa (GFSA3)

A Gafisa teve prejuízo líquido de R$ 1,668 milhão no terceiro trimestre, uma melhora frente às perdas de R$ 26,214 milhões do mesmo período do ano passado. O Ebitda ajustado somou R$ 31,051 milhões, uma queda de 1,6%. A margem Ebitda, por sua vez, foi de 34,81%, um aumento de 21,5 p.p.. A receita líquida atingiu R$ 89,212 milhões, uma queda de 62,4%. Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, a dívida líquida recuou 53,4%, R$ 356,610 milhões.


SER (SEER3)

A SER teve lucro líquido ajustado de R$ 36,2 milhões no trimestre, uma redução de 18,8% em comparação mesmo período do ano passado. O Ebitda ajustado dos efeitos não-recorrentes alcançou R$ 68,3 milhões, queda de 9,4%. Já a margem Ebitda ajustada ficou 2,7 p.p. inferior, atingindo 23,6%. A receita líquida apresentou crescimento de 1,0% no trimestre e totalizou R$ 288,9 milhões em decorrência principalmente do aumento da base de alunos de ensino a distância. Para o Itaú BBA, a Ser divulgou receita em alinhada com a previsão, enquanto o Ebitda ajustado ficou abaixo das expectativas. Entre os pontos positivos, o forte crescimento das receitas presenciais e a distância; os menores custos de serviços públicos; e a redução de serviços de terceiros, devido à ausência de custos relacionados à implementação de serviços no segmento de DL.


JSL (JSLG3)

A JSL apresentou lucro líquido consolidado de R$ 66,1 milhões no terceiro trimestre deste ano, alta de 22,4% em comparação ao mesmo período de 2018. O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) atingiu R$ 511,9 milhões, uma alta de 21,9%, com uma margem de 28,9% (4 p.p.). A receita líquida total atingiu R$ 2,453 bilhões, alta de 18,6%.


Log-In (LOGN3)

A Log-In aprovou oferta primária inicial de 38 milhões de ações, quantidade que pode ser acrescida em até 20%, ou 7,6 mi de ações ON, por meio de lote adicional, e em até 15% ou 5,7 mi, por meio de lote suplementar. O preço por ação será fechado em 21 de novembro e, com base no fechamento de ontem, a oferta poderá movimentar até cerca de R$ 1,04 bilhão, considerando lotes adicional e suplementar.


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Gafisa reduz prejuízo para R$ 1,7 bilhão no 3º trimestre. Receita líquida da Gafisa totalizou R$ 89,2 mi 3T19

Lucro líquido da SulAmerica cresce 4,6% no 3T19

Petrobras não tem intenção de vender fatia em Búzios, diz diretor

Ação da Movida tem desconto de 43% para Unidas e Localiza, diz Bradesco BBI

Sanepar irá reajustar tarifas em 3,76% a partir do dia 11

Carrefour irá captar R$ 1 bilhão com emissão de debêntures

BRF reverte prejuízo e tem lucro de R$ 446 milhões no trimestre; Ebitda ajustado sobe 178,1%. Receita líquida da BRF totalizou R$ 8,5 bilhões no 3T19

Lucro da Ser Educacional cai 24,4% no 3º trimestre, mas captação de alunos bate recorde. Ser Educacional tem lucro líquido ajustado de R$36,2 mi no 3º tri. Ser Educacional: base de alunos EAD cresce 83,1% no trimestre. A base de alunos matriculados no ensino à distância (EAD) da Ser Educacional cresceu 83,1% no terceiro trimestre, totalizando 31 mil alunos. A companhia começou a investir no segmento em 2013 e, com o marco regulatório do EAD de 2017, vem intensificando os aportes.

Lojas Marisa: mesmo com crescimento das vendas, prejuízo sobe para R$ 76 milhões no 3º trimestre

Iguatemi supera projeções e vê “animação” de lojistas e consumidores

Paranapanema tem lucro de R$ 140 milhões no terceiro trimestre

B3 lucra R$ 851 milhões no 3º trimestre, abaixo do esperado pelo mercado

Cyrela tem lucro líquido de R$ 104 milhões no 3º trimestre

Ações da Movida fecham em alta de 3,83% depois de lucro disparar 45,8% no 3º trimestre. JSL: lucro consolidado soma R$ 66,1 milhões no 3º trimestre, alta de 22,4% em comparação ao mesmo intervalo do ano passado.

Com maior demanda, Unidas tem alta de 17,8% no lucro do 3º trimestre. Unidas registra o maior lucro líquido trimestral da história da companhia

Oi vai divulgar resultado do 3º tri só em dezembro

CVC Brasil tem lucro líquido ajustado de R$97,5 mi no 3º tri

Ação da BRF recua 3% após balanço trimestral com Ebitda ajudado por ganho tributário

BR Distribuidora abre programa de demissão voluntária para economizar R$ 650 milhões por ano

Lucro da Tegma triplica no trimestre, mas sem relatório de auditores
Empresa de logística, alvo de operação da PF sobre suposta formação de cartel no transporte de veículos, diz aguardar aval de autoridades sobre pendências

Energisa lucra R$ 34,5 milhões no 3º trimestre, queda de 85,8%
Empresa diz que resultado foi afetado pelas distribuidoras Energia Rondônia e Acre, adquiridas no ano passado, e por efeitos extraordinários

Lucro líquido da dona do Burger King cai 80% no 3º trimestre
Queda foi atribuída pela BK Brasil ao efeito da despesa financeira líquida e à pressão na margem bruta devido ao ambiente econômico e maior concorrência

Lucro líquido da CVC cai 3,6% no 3º trimestre, para R$ 79,5 milhões
Receita líquida da operadora de turismo subiu 8,3%, mas despesas operacionais saltaram 26,4%

Log-In fará oferta pública de 38 milhões de ações
Oferta depende da aprovação do aumento do limite do capital autorizado pelos acionistas da companhia em assembleia geral extraordinária

Multiplan tem alta de 10% nas vendas dos shoppings em outubro

Receita recorrente da TOTVS cresce 12,2% no 3T19
A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, divulgou que no terceiro trimestre (encerrado em 31 de outubro de 2019) registrou receita recorrente de R$ 437,8 milhões.

DASA3 - FUSÃO - Maior rede de laboratórios do Brasil se une à dona do hospital São Lucas. Dasa e Rede Ímpar são controladas pela família Bueno, que comanda Amil. Operação intensifica verticalização no setor




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Lula solto hoje? A atual e as novas batalhas jurídicas do ex-presidente
A defesa do ex-presidente defende sua “soltura imediata” após decisão do STF contra a prisão após condenação em segunda instância

China, Lula, Havaianas: dia de ressaca após recorde na bolsa?
Após a euforia de ontem, a sexta-feira começou com cautela na mesa de negociações, repetindo a cansativa ciclotimia dos últimos meses

“A Petrobras não quer privilégio ou preferência”, diz Castello Branco
Para presidente da estatal, megaleilão do pré-sal foi frustrante porque petroleiras não viram clareza em regras e não querem regime de partilha

Presidente da OAB apoia STF e diz que presunção de inocência é fortalecida. Nesta quinta, STF decidiu que prisões após segunda instância não valem e só podem ocorrer após trânsito em julgado

Crise sem fim: Espanha volta às urnas pela 4ª vez em 4 anos. Instabilidade política no país é retrato da crise por que passa o parlamentarismo, com dificuldades também na Itália, Israel e Reino Unido

Força-tarefa da Lava Jato em Curitiba diz que decisão do STF é dissonante
Decisão do STF de mudar o entendimento sobre execução provisória da pena em 2ª instância era mais uma derrota para integrantes da Lava Jato

Decisão do STF é infeliz e decepcionante, dizem auxiliares de Bolsonaro
Decisão do STF de derrubar a prisão após condenação em segunda instância, nesta quarta-feira, trouxe uma preocupação adicional ao Palácio de Planalto

Toffoli dá voto decisivo e STF derruba prisão em segunda instância
STF derruba decisão que permitia prisão apos condenação em segunda instância por 6 votos a 5

Maia arquivará projeto de garimpo em área indígena se Bolsonaro enviar
Presidente da Câmara afirmou que não vai legalizar o garimpo “só porque a prática já ocorre ilegalmente”

Gilmar: “OCDE deve nos ensinar a combater corrupção sem corromper agentes”. Durante voto sobre prisão em 2ª instância, o magistrado teceu críticas à Lava Jato e à ONG Transparência Internacional

Bolsonaro sobre voto do Brasil: Cuba é ditadura e deve ser tratada assim
Com uma mudança do posicionamento adotado desde 1992, o país votou contra uma condenação da ONU a um embargo feito à Cuba

Cyrela amplia receita e passa de prejuízo para lucro no 3º tri
O resultado da construtora no período reverteu o prejuízo de R$ 121 milhões para lucro de R$ 104 milhões

Iguatemi tem lucro 35% maior no 3º trimestre e supera previsões
Operadora de shoppings espera aumento nas vendas nos próximos meses depois de registrar lucro líquido de R$ 86,9 milhões

Fitch: desmatamento pode prejudicar frigoríficos e exportações do Brasil
Para a agência, os efeitos do desflorestamento na Amazônia e a eficácia da sustentabilidade no setor agrícola continuam sendo um desafio para o Brasil

Bolsa fecha acima dos 109 mil pontos em mais um recorde de fechamento
Em meio ao otimismo sobre a relação comercial entre China e Estados Unidos. Ibovespa também renovou maior pontuação intradiária

B3 tem lucro líquido de R$ 719 mi no 3º trimestre. Resultado, um pouco abaixo das previsões, representa alta de 54,6% em comparação com a mesma etapa de 2018

Justiça ameaça anular aquisição da Ferrous pela Vale. Juíza do DF bloqueou as negociações até a mineradora apresentar um plano de compliance ambiental após desastres de Brumadinho e Mariana




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BOLSAS INTERNACIONAIS: ===>>

A revisão das tarifas existentes, que faz parte da condição imposta por Pequim para assinar a fase um do acordo comercial com Washington, enfrenta feroz oposição dentro da Casa Branca, segundo várias fontes familiarizadas citadas pela agência Reuters.

A informação contrasta com declarações da véspera do Ministério do Comércio da China, que, mesmo sem estabelecer um cronograma, afirmou que os dois países concordaram em cancelar as tarifas impostas ao longo do conflito comercial.

Enquanto isso, a porta-voz da Casa Branca, Stephanie Grisham, disse ao Fox News Channel que os Estados Unidos estão “muito, muito otimistas” em concluir um acordo.

Sem um posicionamento oficial, os futuros de Nova York apontavam para um pregão negativo, enquanto os mercados europeus operavam em queda no início desta manhã.

Na Ásia, os mercados fecharam, em sua maioria, em queda, com as informações conflitantes sobre os desdobramentos da guerra comercial sino-americana. No minério, os futuros fecharam com queda de 2,8%.

De positivo, vieram os dados da balança comercial chinesa, com retração da corrente comercial inferior à projetada pelo mercado. Assim, o saldo comercial em outubro foi de US$ 42,81 bilhões, em comparação com as previsões de analistas da Reuters de US$ 40,83 bilhões.

Em dólar, as exportações recuaram 0,9%, enquanto as importações caíram 6,4% em outubro sobre o mesmo mês do ano anterior. O mercado esperava queda de 3,9% das vendas externas e retração de 8,9% das compras vindas do exterior.

Já os preços do petróleo recuam em meio às incertezas comerciais e o crescimento dos estoques nos EUA.

Confira o desempenho dos mercados, segundo cotação das 07h17 (horário de Brasília)

*S&P 500 Futuro (EUA), -0,11%
*Nasdaq Futuro (EUA), -0,16%
*Dow Jones Futuro (EUA), -0,06%

*DAX (Alemanha), -0,23%
*FTSE (Reino Unido), -0,26%
*CAC-40 (França), -0,27%
*FTSE MIB (Itália), -0,34%

*Hang Seng (Hong Kong), -0,70% (fechado)
*Xangai (China), -0,49 (fechado)
*Nikkei (Japão), +0,26% (fechado)

*Petróleo WTI, -1,45%, a US$ 56,32 o barril
*Petróleo Brent, -1,27%, a US$ 62,50 o barril

**Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian fecharam com queda de 2,83%, cotados a 600,00 iuanes, equivalentes a US$ 85,84 (nas últimas 24 horas). USD/CNY= 6,9896 (+0,19%)

*Bitcoin, US$ 9.061,35, -2,10%


Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,26%, a 23.391 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,70%, a 27.651 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,49%, a 2.964 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,47%, a 3.973 pontos.

A sexta-feira é negativa para os principais mercados de ações da Europa. Em Frankfurt, o DAX perde 0,22% aos 13.260 pontos, enquanto que em Londres, o FTSE recua 0,22% aos 7.389 pontos. Já em Paris, o CAC cede 0,18% aos 5.880 pontos.

COMMODITIES

Mais uma vez, a sessão desta sexta-feira foi marcada por uma forte desvalorização dos contratos futuros do minério de ferro, transacionados na bolsa de mercadorias da cidade chinesa de Dalian. O ativo como maior volume de negócios, com data de vencimento para janeiro do próximo ano, perdeu 2,83% a 600,00 iuanes por tonelada, o que representa uma retração de 17,50 iuanes em relação aos 617,50 iuanes/t do valor de liquidação da véspera.

No caso do vergalhão de aço, a jornada também teve redução do preço dos papéis futuros, na bolsa de mercadorias de Xangai, também na China. O contrato de maio liquidez, com entrega para janeiro de 2020, cedeu 28 iuanes para 3.412 iuanes por tonelada, enquanto que o de maio, segundo mais negociado, caiu 20 iuanes para 3.233 iuanes por tonelada.

Depois do forte avanço da véspera, o barril do petróleo é negociado com importante queda nesta sexta-feira. Em Londres, o barril do tipo Brent cai 1,46%, ou US$ 0,91, a US$ 61,38. Já em Nova York, o WTI recua 1,49%, ou US$ 0,85, a US$ 56,30.



- Cenário Externo

Acordo China x Estados Unidos

A China e os Estados Unidos concordaram em reverter as tarifas sobre bens aplicados entre si como parte da primeira da fase de um acordo comercial, disseram funcionários de ambos os lados nesta quinta-feira, oferecendo um novo sinal de progresso na guerra comercial, apesar de divisões em andamento sobre a disputa ao longo de meses.

O Ministério do Comércio chinês, sem estabelecer um calendário, disse que os dois países concordaram em cancelar as tarifas por meio de fases.

Um funcionário dos EUA, falando sob condição de anonimato, confirmou a reversão planejada como parte da “primeira fase” de um acordo que o presidente norte-americano, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, pretendem assinar antes do final do ano.

No entanto, fontes ouvidas pela Reuters durante a tarde desta quinta-feira afirmaram que há uma forte oposição de assessores na Casa Branca a revogação das tarifas como parte dos termos de negociações da fase um do acordo comercial. A notícia não foi bem recebida pelo mercado.

China

As exportações e importações da China contraíram menos do que o esperado em outubro, fornecendo algum alívio para a economia conforme o governo tenta alcançar um acordo comercial parcial com os Estados Unidos.

Mas mesmo que um acordo comercial seja assinado em breve, economistas dizem ser improvável que ele vá ajudar a alimentar as exportações e a indústria logo, e pode ainda significar que mais estímulo é necessário para evitar uma desaceleração mais intensa.

As exportações da China em outubro caíram pelo terceiro mês seguido, com um recuo de 0,9% sobre o ano anterior, mostraram dados da alfândega nesta sexta-feira, contra expectativa de contração de 3,9% em pesquisa da Reuters e após queda de 3,2% em setembro.